segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dos males, o menor

Depois do Spazierengang (passeio, para os leigos), fizemos jus à herença "sobrenomística". Esta pequena família que vos escreve é conhecida mundialmente por pequenos e constantes episódios de azar. Sim, má sorte, ou Pech, como dizem por aqui, e os ares além-mar não foram o suficiente para quebrar a tradição. Tanto não foram, que domingo foi dia de hospital aqui por estas bandas.
Ana Rita torceu o pé ao descer as escadas, às 2h da madrugada, porque estávamos preocupados em ter deixado o aquecedor do porão ligado a noite inteira.
Dia seguinte, pé inchado, telefonema pro seguro, chama tele táxi, e direto pro Hospital. Aliás, por sinal, o sistema alemão tem o que aprender com o Sistema Único de Saúde no que se refere a eficiência e rapidez de atendimento. Quem diria que se levariam 3 horas para dar um diagnóstico de "acho que não foi nada, em dois dias procure um ortopedista" em um hospital universitáio alemão. Se é no Brasil, é chinelagem... Mas tudo bem, dos males, o menor. Pelo menos levamos um par de muletas de presente.
Mas acalmem-se, hoje já está tudo bem, sem nem precisar de muleta pra ir pra aula... God save the painkillers.
Obviamente, por não podermos sair, o dia está bonito, com sol e quente. Quando a Ana melhorar, tenho certeza de que volta a nevar.
Voltaremos a estudar, porque estamos precisando. Não podemos continuar dependendo da mímica e do inglês para tudo.

Afinal, holandês que parece sueco, rápido como espanhol, complicado como finlandês e com regras como português, mas não é russo, é alemão.

Hoje sem fotos mais uma vez. Por favor se acalmem.

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