domingo, 22 de maio de 2011

Amsterdã

    Sim, esta é a grafia correta do nome da cidade, na língua portuguesa. A culpa não é minha.
    Depois de alguns percalços nos trâmites envolvendo o aluguel de um carro, conseguimos, em nome da Ana e do meu, finalmente alugar um carro. E teve gente que disse que de nada valia fazer a carteira internacional de motorista.
    GPS ligado e destino final apontando para as terras baixas da Holanda, agora era só se aventurar pela malha rodoviária da famosa Autobahn alemã. A uma velocidade média de cruzeiro beirando os 160 km/h, em 1,5 horas estávamos na Holanda. Mais uns 50 minutos viajando a conservadores 80 km/h e estávamos no nosso hotel em Ultrecht, Holanda, a 1 hora de trem (o trem mais caro do universo, diga-se de passagem) de Amsterdã.
    Malas largadas nos quartos e fomos para Amsterdã conhecer a tão famosa terra da baixaria, perdição, boemia e cuja população de bicicletas deve ser o dobro da população de pessoas. O melhor adjetivo para dar a Amsterdã é 'diferente'. Completamente diferente de qualquer coisa que estamos acostumados a ver, Amsterdã é basicamente composta por uma rede de canais concêntricos, com centro na estação Centraal, bondes de rua por toda parte, gente estranha pra mais de metro e pedestres, bicicletas e motocicletas coexistindo em vias tão estreitas que é difícil imaginar que haja menos do que uns 40 acidentes por dia na região do centro. Ah, e Coffee Shops, que só não vednem café, espalhados por todas esquinas. Enfim, diferente.
    Após um breve momento perdidos pela cidade e sem a menor esperança de que o mapa adiantaria alguma coisa, achamos uma rua movimentada e sentamos pra comer massa e calzone com vinho. Já que a Holanda não é lá muito conhecida por seus pratos típicos, os italianos logo se encarregaram de dominar a gastronomia local. No quesito cerveja, no entanto, não foi tão fácil. Heineken é mais popular que água por aquelas terras.
    Voltamos no trem da noite, dormimos e, no dia seguinte, voltamos a Amsterdã. Desta vez foi vez de fazer um passeio de barco pelos canais e constatar uma excelente oportunidade de negócio: exportação para a Holanda de esquadros e níveis de bolha aplicados à construção civil. Ou então a simples recomendação de exames oftalmológicos regulares aos pedreiros locais. Ao verem as fotos, vocês poderão entender o que digo.
    Visitamos o museu onde estão muitas das obras do Rembrandt e voltamos pra Ultrecht, onde nos encontramos com a Johanna, antiga amiga dos Lancini para jantarmos na casa dela.
    No dia seguinte pegamos o carro e fomos para Lisse, sobre a qual vocês poderão ler no próximo post.



























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